POLÔNIA – POR QUE A EXTREMA DIREITA VENCEU?

Qual é o significado dos resultados das eleições do dia 25 de outubro?

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Nas eleições de 25 de outubro, o partido de extrema direita Lei e Justiça venceu as eleições por ampla maioria. Agora, pela primeira vez desde 1989, um partido conseguirá formar governo sem precisar de recorrer a alianças. E isso se soma ao controle da presidência da República, que aconteceu há alguns meses.

A Polônia representa um dos pilares do sucesso alemão. O país compartilha uma longa fronteira com a Alemanha por onde transita um volume importante de peças, insumos e produtos que são montados, ou incorporados, pela máquina industrial alemã. Os salários dos poloneses representam a terceira parte dos salários dos alemães, além da vantagem do uso dos mesmos processos e regulamentações da União Europeia. A economia polonesa tem piorado conforme a crise capitalista tem se aprofundado.

O Partido Lei e Justiça venceu em cima da bandeira contra a União Europeia e também contra a Zona do Euro, à qual já deveria ter aderido. Essa adesão não aconteceu por conveniência do próprio imperialismo europeu, encabeçado pela Alemanha e a França. As tendências segregacionistas têm aumentado a partir do colapso capitalista de 2008 quando o aperto do imperialismo aumentou.

Ao mesmo tempo, é preciso analisar quem impulsionou o Partido Lei e Justiça. Ao que tudo indica, o imperialismo europeu foi pego de surpresa. Os principais órgãos da imprensa alemã e francesa tinham, reiteradamente, dito que o Partido Lei e Ordem se encontrava sobre controle e que, caso vencesse, teria dificuldades para formar um governo.

QUEM ESTÁ POR TRÁS DA EXTREMA DIREITA POLONESA?

O Partido Lei e Justiça é um aliado próximo do Partido Conservador Britânico, em crescente direitização, com quem compartilha um bloco no Parlamento Europeu. Ao que tudo indica, a vitória na Polônia se trata de uma política orquestrada pela ala direita do imperialismo anglo norte-americano na tentativa de conter o avanço das políticas a la Obama/ Merkel/ Hollande, ao mesmo tempo que busca conter a aproximação dos alemães com os chineses e os russos.

A vitória da extrema direita na Polônia coincide com o escândalo da Volskwagen e com a revelação da precária situação financeira do principal banco alemão, o Deutsche Bank. A situação da Volskwagen não é exclusiva da Volskwagen, mas, provavelmente, de todas as demais montadoras e das indústrias como um todo, em escala mundial. Essa situação representa uma certeza muito maior em relação ao sistema financeiro mundial, e principalmente em relação aos focos mais importantes da especulação financeira, os Estados Unidos e a Inglaterra.

O sistema político polonês concentrou o poder em quatro partidos direitistas que monopolizam a representação parlamentar. O derrotado Plataforma Cívica, apesar de alinhado com o imperialismo europeu, não tem divergências com o Lei e Justiça, nem com os outros dois partidos direitistas, em relação a questões chaves como a política contrária aos imigrantes e à recriação do Commonwealth da Polônia e a Lituânia, que passa pelo aumento da zona de influência nos países da região, como, por exemplo, sobre os golpistas ucranianos.

A Polônia encabeça o chamado Grupo de Visegrad, que inclui a Hungria, a Eslováquia e a República Tcheca, e também representa o principal cachorro louco que faz contrapeso à influência da Rússia na Europa Oriental. O governo polonês tem impulsionado o estabelecimento de bases permanentes da OTAN no próprio território, inclusive nucleares.

Em outras palavras, o imperialismo europeu concentra na sua União Europeia componentes difíceis de serem controlados e fáceis de aplicarem punhaladas nas próprias costas. É a típica política do salve-se quem puder que se desenvolve conforme a crise capitalista se aprofunda.

POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO (Parte 1, de 10)

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …
Quem está por trás da nova escalada militar?
Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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Recentemente, aconteceu uma nova escalada dos confrontos militares no Donbass (as autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk). Concretamente, vários povoados localizados na região ocidental da cidade de Donetsk, perto do aeroporto, foram bombardeados pela artilharia ucraniana e 9.000 soldados foram colocados em regime de prontidão. Os soldados de Donetsk responder e lançaram uma contra-ofensiva. Foram reportados dezenas de mortos e feridos.
Ao mesmo tempo, o próprio presidente ucraniano, Petro Poroshensko, nomeu o ex presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili, como governador da província (oblast) de Odessa, que faz fronteira com a Transnítria, a região separatista da Moldávia.
Por que o conflito militar foi retomado? Isso significa o fim dos acordos de Minsk 2, assinados em fevereiro?
Por que a Alemanha e a França estariam abandonando o relaxamento das tensões e buscando a guerra contra a Rússia?
Por que a Administração Obama também estaria buscando a guerra contra a Rússia, após de ter enviado, recentemente, o próprio John Kerry (chefe do Departamento de Estado, a Sochi?
Por que a Ucrânia busca sufocar a Transnítria?
A chave das respostas a estas perguntas estão na Polônia.

A POLÍTICA da POLÔNIA para a UCRÂNIA CONTRARIA os INTERESSES da ALEMANHA

A política que tem sido seguida pelos últimos governos da Polônia, tem posicionado o país como o mais direitista dos integrantes europeus da OTAN.
O partido que controla o governo polonês, o direitista Plataforma Cívica, tem mantido firme o apoio aos golpistas de Kiev, buscando pressionar pelo ingresso da Ucrânia na União Europeia e o envolvimento militar da OTAN direto no conflito. O novo presidente da república, que acabou de vencer as recentes eleições, Andrzej Duda, pelo Partido Lei e Justiça (extrema direita) levantou a necessidade de estabelecer bases militares da OTAN permanentes na Polônia. Os quatro partidos que compõem o parlamento polonês, todos de direita, concordam com a proposta.
Essa política não é apoiada pela Alemanha e pela França, as potências dominantes da União Europeia, que buscam a distensão com a Rússia, com o objetivo de aliviar a pressão do aprofundamento da crise capitalista. A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou publicamente que a ausência da Rússia no recente encontro dos G7, que aconteceu em Belmau, Alemanha, representou “uma perda”. A mesma política começou a ser seguida pela Administração Obama, que busca distender a tensões com a Rússia na Ucrânia, com o objetivo de fortalecer a frente única para estabilizar o Oriente Médio, de cara às eleições presidenciais que acontecerão no ano próximo.
Durante a recente visita do chefe do Departamento de Estado norte-americano, John Kerry, a Sochi, no sul da Rússia, Poroshensko chegou a declarar “”Não tenho dúvida. Iremos libertar o aeroporto [de Donetsk] porque é nosso território. E vamos reconstruir o aeroporto”. A resposta de Kerry foi que Poroshenko deveria honrar o cessar-fogo, estipulado nos acordos de Minsk 2.
A situação do governo Poroshensko é extremamente frágil. A crise avança a todo vapor. A previsão para a economia, neste ano, é de contração em 15%. A inflação cresce sem parar. Os preços das tarifas públicas dispararam. Há poucos dias, o gás aumentou em 40%, a água em 55%, e a electricidade em 67%. O descontentamento tende a se generalizar e se fortalecem os setores que buscam dar um golpe de estado, dentro do atual golpe de estado, pela direita, aumentando ainda mais o poder da extrema direita.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …

Quem está por trás da nova escalada militar?

Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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Parte 2- O QUE BUSCA a EXTREMA DIREITA na UCRÂNIA?

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Parte 3 – POR QUE a POLÔNIA BUSCA DOMINAR a UCRÂNIA?

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Parte 4 – TRANSNÍTRIA? NÃO. O OBJETIVO é CONTROLAR a MOLDÁVIA

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Parte 5- EXTREMA DIREITA NO PODER?

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Parte 6- O MOTOR da LOCOMOTIVA da EUROPA pode ENGRIPAR?

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Parte 7 – A NOVA ÍNDIA EUROPEIA? OU PARAÍSO das TERCEIRIZAÇÕES

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Parte 8 – A BONANÇA ou a CRISE DEPENDEM DA ALEMANHA

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Parte 9- DIREITOS SOCIAIS de “PRIMEIRO MUNDO”?

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Parte 10 – “ESCAPE” da CRISE: A LIVRE MIGRAÇÃO à UNIÃO EUROPEIA

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Parte 11- As GREVES de 1980: REMIX!

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POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO – Parte 2, de 10

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …
O QUE BUSCA a EXTREMA DIREITA na UCRÂNIA?

4A Polônia, apesar da forte dependência econômica da Alemanha, tem a possibilidade de bloquear a tentativa alemã de avançar em direção à federalização da União Europeia, ou seja, ao aumento dos controles no contexto do aprofundamento da crise capitalista.
A eleição de Andrzej Duda pode representar o aumento das contradições com a Alemanha. Um distanciamento das relações desenvolvidas pelo ex primeiro ministro Donald Tusk e, ao mesmo tempo, uma aproximação com os Estados Unidos, em primeiro lugar, com o Partido Republicano, que já domina as duas Câmaras do Congresso e que, provavelmente, vencerá as próximas eleições presidenciais, que serão realizadas em 2016.
Mas a extrema direita não controla o governo. Para isso, precisará vencer as eleições parlamentares programadas para o final deste ano. Será o confronto de duas políticas, que têm por trás setores diferenciados do imperialismo. Por um lado, a política predominante da União Europeia e da Administração Obama busca o acordo com a Rússia, a distensão e o “favorecimento dos negócios”. Por outro lado, a extrema direita busca uma saída militar para o conflito. E não somente para o conflito na Ucrânia, mas para a crise no geral. Essa política representa o aumento do escoamento da produção de armas e o sufocamento pela força das tendências à insurreição das massas, que estão sendo atingidas, cada vez mais pelo aprofundamento da crise. Qual política irá se impor é uma das questões. Mas a questão mais importante é até que ponto a política vencedora conseguirá estabilizar a crise.
Para o próximo ano, está previsto um colapso econômico de larguíssimas proporções. Muito maior que o de 2008. Segundo o economista norte-americano, Nouriel Roubini, que, em 2006, tinha previsto, em detalhes, a crise de 2008, neste ano predominará a aparência de uma certa abundância, por causa do aumento do crédito, impulsionado pelos enormes volumes de capital fictício repassados pelos bancos centrais aos monopólios. Em 2016, a mãe de todas as bolhas deverá implodir a economia mundial. Sobre esta base, e com a crise tendo atingido o coração do capitalismo mundial, o descontentamento social e uma nova onda de ascensão da classe operária são inevitáveis.
A Ucrânia se encontra na linha de frente da crise política mundial, da mesma maneira que acontece com a Grécia e o Oriente Médio. Mas a Ucrânia se encontra localizada nas barbas do coração do capitalismo europeu. O potencial de contágio é gigantesco.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

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Quem está por trás da nova escalada militar?

Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO – Parte 3

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …
POR QUE a POLÔNIA BUSCA DOMINAR a UCRÂNIA?

0A Polônia mantem pretensões territoriais sobre a Ucrânia, que datam da época em que a Comunidade (Commonwealth) Polônia-Lituânia, que durou dois séculos, foi implodida pela Rússia, a Áustria e a Prússia no final do século XVIII. Dessa comunidade faziam parte os atuais países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia), a Bielorrússia, a Ucrânia, a Polônia e parte da Rússia.
A Polônia somente voltou a existir após o Tratado de Versalhes, por meio do qual, em 1918, as potências imperialistas vencedoras definiram o novo mapa da Europa, após o término da Primeira Guerra Mundial.
A burguesia polonesa busca recompor a Commonwealth, a “grande Polônia”. Apesar de se tratar da principal potência regional da Europa Oriental não tem força econômica nem militar para enfrentar os dois grandes vizinhos, a Alemanha e a Rússia, entre os quais se encontra exprimida. Por esse motivo, fica “dançando” entre esses dois países e os Estados Unidos. Em 1999, a Polônia ingressou na OTAN e, em 2004, na União Europeia.
O chamado programa da Iniciativa da Parceira Oriental foi iniciado pela Polônia em 2009, com o objetivo de ampliar a influência da União Europeia sobre os antigos países da periferia da União Soviética, tais como a Ucrânia, Moldávia, Bielorrússia, Geórgia, Armênia e o Azerbaijão. A Parceria começou a ganhar corpo com o acordo entre a Ucrânia e a União Europeia, que deveria ter sido assinado pelo então presidente ucraniano Viktor Ianokúvich no mês de novembro de 2013 e que esteve na base do golpe de estado impulsionado por meio das organizações nazifascistas.

POLÔNIA: MAIS “OTANISTA” que a OTAN

O governo polonês busca forçar a integração da Ucrânia ao ocidente, como um colchão (buffer) próprio contra a Rússia e na perspectiva da “grande Polônia. O risco militar russo é grande, já que compartilha uma ampla fronteira com a Bielorrússia (aliado de primeira ordem da Rússia) e o enclave russo de Kaliningrado, localizado no Mar Báltico, onde os russos têm alocado armas nucleares. Mas o ponto central é que a política da Rússia é defensiva, já que a fraqueza econômica e a dependência dos acordos com o imperialismo lhe impede avançar para o confronto. Pelo menos, essa é a situação política atual, que pode vir a evoluir no próximo período, impulsionada pelo aprofundamento da crise.
A Polônia tenta impor uma política mais agressiva contra a Rússia, se valendo da Ucrânia e da România, que, ao mesmo tempo, são considerados como possíveis compradores de armas polonesas. Com o mesmo objetivo, tem sido impulsionada uma brigada de mobilização rápida com a Ucrânia e a Lituânia, com 4.500 soldados, e tem aumentado as pressões sobre a Moldávia.
A Polônia pressiona a OTAN pela alocação de 10 mil soldados, de maneira permanente, no seu território, usando a “ameaça russa” como justificativa.
A OTAN tem resistido a essa pressão por causa do temor de escalar os conflitos na região. No entanto, a OTAN tem aumentado o número e a frequência das tropas envolvidas em exercícios militares, tanto na Polônia, como nos Países Bálticos, na România e na Bulgária.
A indústria alemã depende visceralmente da mão obra barata da Polônia, assim como do mercado europeu, que domina. A Alemanha tenta segurar a política direitista da Polônia e da Lituânia, os dois “cachorros loucos” da União Europeia, enquanto busca uma aproximação com a Rússia, na tentativa de evitar as fortes perdas econômicas provocadas pelas sanções. A Alemanha enxerga na política do Novo Caminho da Seda, impulsionada pelos chineses, da qual os russos representam o pivô na Europa, como um dos principais mecanismos para diversificar o mercado no contexto do aprofundamento da crise capitalista mundial.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

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Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO – Parte 4

UCRÂNIA: JOGO de ESCONDE, ESCONDE …
TRANSNÍTRIA? NÃO. O OBJETIVO é CONTROLAR a MOLDÁVIA

4A recente nomeação do ex presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili, como governador da província (oblast) de Odessa, pelo presidente ucraniano Petro Poroshensko, teve como objetivo aplicar uma política de estrangulamento contra a Rússia, entregando a Moldávia aos braços abertos dos vampiros da União Europeia e da OTAN.
A nomeação de estrangeiros é uma política normal do atual governo golpista. Há três deles ocupando cargos de ministros. A norte-americana, Natalie Jaresko, ex alta funcionária do Departamento de Estado, é a atual ministra das Finanças. Os outros dois são o ministros de Economia e da Saúde.
Odessa compartilha fronteira com a Transnítria, que é uma faixa de aproximadamente 140 quilômetros por 10 quilômetros de largura, de norte a sul, e que tem mantido um status independente, na prática, após a ter derrotado os exércitos da Moldávia e da România no conflito armado que aconteceu em 1992. Com a exceção da Osétia do Sul, a Abkházia e o Nagorno Karabakh, eles próprios estados “semi-párias”, ninguém reconhece o status de país independente da Transnítria. Nem a própria Rússia.
O objetivo do governo russo é exatamente o mesmo que aplica em relação a todas as demais minorias russas existentes nos países vizinhos, conter a agressividade do imperialismo e evitar a entrada desses países na OTAN, com o objetivo de manter um colchão (buffer) de segurança em torno das fronteiras da Rússia.
Mikheil Saakashvili foi presidente da Geórgia, entre 2003 e 2013, sobre quem o atual governo mantem um processo por corrupção. Mikheil Saakashvili foi o principal impulsionador da entrada da Geórgia na União Europeia e na OTAN. Após ter aberto o país aos monopólios, Saakashvili sofreu um enorme desgaste por causa da derrota militar para a Rússia, após a tentativa de dominar pela força as regiões separatistas da Abkházia e da Osétia do Sul, em 2007. O imperialismo “empantanado” nas guerras do Iraque e do Afeganistão não tinha fôlego para enfrentar a Rússia, uma potência militar que estava renascendo e que era uma potência militar de primeira ordem.
Os golpistas de Kiev buscam apertar o cerco contra a Transnítria, impedindo o fornecimento russo, do território e dos 1.200 soldados russos ali estacionados, que passa pela Ucrânia. Essa política tem na Polônia o principal articulador, que busca aumentar o seu poder como potência regional da Europa Oriental, incorporando a Moldávia, junto com a própria Ucrânia, aos países sobre o seu controle direto.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …

Quem está por trás da nova escalada militar?

Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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Parte 3 – POR QUE a POLÔNIA BUSCA DOMINAR a UCRÂNIA?

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Parte 4 – TRANSNÍTRIA? NÃO. O OBJETIVO é CONTROLAR a MOLDÁVIA

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Parte 5- EXTREMA DIREITA NO PODER?

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Parte 8 – A BONANÇA ou a CRISE DEPENDEM DA ALEMANHA

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Parte 9- DIREITOS SOCIAIS de “PRIMEIRO MUNDO”?

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Parte 10 – “ESCAPE” da CRISE: A LIVRE MIGRAÇÃO à UNIÃO EUROPEIA

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Parte 11- As GREVES de 1980: REMIX!

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POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO – Parte 5

EXTREMA DIREITA NO PODER?
O que representa a vitória nas eleições presidenciais?

0Andrzej Duda foi eleito presidente da Polônia, no dia 25 de maio, com discursos anti russos, o que é a norma da política oficial polonesa, mas também com um discurso contrário à União Europeia.
O Partido Lei e Justiça volta a ficar à frente do governo polonês, após o último período em que isso aconteceu, entre 2005 e 2007, com Lech Kaczynski, o inspirador de Duda. Naquele período, as contradições com a Alemanha escalaram. A política era tão direitista que foi rejeitada pelos alemães. Esse também é o estado atual das relações dos alemães com a Lituânia, o país Báltico que mantem laços históricos de primeira ordem com a Polônia.
Duda obteve 51,6% dos votos válidos. Ele derrotou Bronislaw Komorowski, do Plataforma Cívica, que havia obtido 55,4% dos votos no primeiro turno.
Duda se apresenta não somente como um anti-comunista, mas também como um candidato “novo e renovador”, o que é a bandeira clássica da extrema direita europeia.
Mas o Partido Lei e Justiça não controla o governo. Depende de conseguir a maioria nas próximas eleições parlamentares aconteceram ainda neste ano. Para isso, se faz necessário o voto de confiança da burguesia polonesa, o apoio da direita norte-americana e europeia e a neutralização da política dominante da União Europeia, encabeçada pela chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês, François Hollande.
Por enquanto, Duda terá como funções apenas o veto e a representação diplomática em alguns eventos no exterior.
O apoio principal de Duda veio das regiões rurais, em cima de um discurso contra as políticas de austeridade impostas pelo atual governo, do Plataforma Cívica, que é um partido direitista mais alinhado com a União Europeia.

O QUE REPRESENTA a VITÓRIA da EXTREMA DIREITA NA POLÔNIA?

A vitória de Duda representa o voto de protesto não somente dos setores conservadores e da todo poderosa Igreja Católica, mas também do crescente descontentamento dos setores mais empobrecidos da população, contra a carestia e a piora das condições de vida.
Entre as promessas de campanha estão o rebaixamento da idade da aposentadoria, que foi aumentada para os 67 anos de idade em 2012, a redução dos impostos sobre os salários e até um discurso contra os bancos que tem especulado com hipotecas em francos suíços, tendo provocado prejuízos bilionários para investidores na especulação imobiliária. Nada menos que 37% das hipotecas (financiamentos imobiliários) se encontram indexadas em francos suíços e somam quase US$ 40 bilhões.
Mais a eleição de Duda não foi o único sinal da desagregação do regime político. Ela também se expressou no primeiro turno da eleições, na votação obtida por Pawel Kukiz, outro direitista que se opõe à União Europeia e que obteve 20% dos votos. Na Polônia, também o bipartidarismo, a base da estabilidade política nos últimos anos, está com os dias contados.
O parlamento continua dominado pelo também direitista, mas pró União Europeia, Plataforma Cívica, que suporta a primeiro ministra Ewa Kopacz, e que está no poder desde 2007.
Na prática, pouca coisa deve mudar. Além das restrições impostas pelos outros três partidos de direita que detêm deputados, o mais provável é que a linha política geral seja mantida. Relações com a Rússia rebaixadas, campanha por mais sanções contra a Rússia, entrada na zona do euro semi congelada, procura por uma maior presença militar da OTAN na Europa Central.
Em relação à União Europeia dificilmente as críticas irão muito além da retórica, no contexto atual, devido à gigantesca dependência da Alemanha. Dificilmente, o governo irá elevar os impostos contra as empresas estrangeiras, nem irá reduzi-los para favorecer a população, contra a política oficial de austeridade. As alavancas se encontram nas mãos do imperialismo.
A situação política tende a evoluir, no próximo período, de maneira acelerada, por causa do previsto novo colapso capitalista, em largas proporções.
Muito menos o governo direitista polonês conseguirá avançar no sentido do controle do setor financeiro, justamente porque a tendência tem sido o desenvolvimento do parasitismo financeiro, e o fortalecimento do controle por meio do BCE (Banco Central Europeu). O máximo que poderia se esperar é o aumento do papel das empresas públicas, pelo menos por um período, inclusive como contrapartida à provável não implementação da promessa de campanha de reorganizar o setor energético. Qualquer política que fuja do “script” somente poderá vir como consequência de um aprofundamento considerável da crise, o que poderá levar à implosão da zona do euro e da União Europeia, e, portanto, do próprio coração do capitalismo europeu.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …

Quem está por trás da nova escalada militar?

Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/859104420822657

Parte 2- O QUE BUSCA a EXTREMA DIREITA na UCRÂNIA?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/859488940784205

Parte 3 – POR QUE a POLÔNIA BUSCA DOMINAR a UCRÂNIA?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/860099677389798

Parte 4 – TRANSNÍTRIA? NÃO. O OBJETIVO é CONTROLAR a MOLDÁVIA

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/860677823998650

Parte 5- EXTREMA DIREITA NO PODER?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/861038037295962

Parte 6- O MOTOR da LOCOMOTIVA da EUROPA pode ENGRIPAR?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/861584420574657

Parte 7 – A NOVA ÍNDIA EUROPEIA? OU PARAÍSO das TERCEIRIZAÇÕES

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/862279067171859

Parte 8 – A BONANÇA ou a CRISE DEPENDEM DA ALEMANHA

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/863088003757632

Parte 9- DIREITOS SOCIAIS de “PRIMEIRO MUNDO”?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/863410010392098

Parte 10 – “ESCAPE” da CRISE: A LIVRE MIGRAÇÃO à UNIÃO EUROPEIA

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/863618140371285

Parte 11- As GREVES de 1980: REMIX!

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/864033113663121

POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO – Parte 6

O MOTOR da LOCOMOTIVA da EUROPA pode ENGRIPAR?

0A economia polonesa tem sido a que mais tem crescido na Europa e a única a não ter enfrentado a recessão nos últimos anos. Trata-se da sexta economia da União Europeia e a maior da Europa Oriental. Nada menos que “surpreendentes” 3,5% de crescimento (oficiais), no ano passado, e de 5,4% entre 2004 e 2008. O desemprego caiu de 20% para menos de 10% nos últimos 10 anos.
Na base do sucesso, se encontram baixos salários (três vezes mais baixos que os salários das potências ocidentais), baixa proteção social e inúmeros incentivos para os monopólios que atuam no país, principalmente os alemães. Mais de 30% das exportações têm como destino a Alemanha e mais de outros 30% a Europa, principalmente a França e a Holanda. A Polônia faz fronteira com a Alemanha, possui uma força de trabalho qualificada e com custos baixos.
Os governos direitistas têm sido muito fartos no favorecimento dos monopólios. Impostos de 19% (ao invés dos 32% normais) e toda uma série de incentivos que, no caso das mais de 14 ZEE (Zonas Econômicas Especiais), têm se transformado em isenções muito maiores, principalmente sobre os lucros e os imóveis, além da concessão de terrenos. Grande parte dos fundos da União Europeia têm sido alocados para beneficiar essas ZEEs.

NA BASE DO SUCESSO, A NÃO ADESÃO AO EURO

O fato da Polônia não ter aderido à zona do euro e de ter conservado a moeda local, o zloty, lhe permitiu aplicar políticas monetárias independentes que estão na base do rebaixamento dos custos das exportações e dos salários, além de ter promovido a formação de uma camada de trabalhadores privilegiada, que se diferenciam da grande massa, que pena para atender as necessidades básicas.
A taxa de câmbio do zloty se encontra hoje um pouco acima dos quatro euros. Enquanto o governo atual adiantou a data de adoção do euro, o novo presidente eleito, Andrezj Duda (extrema direita), tem atacado o Euro e as políticas do BCE (Banco Central Europeu). Na campanha, realizou uma forte campanha sobre o que aconteceu com a Grécia e, principalmente, com na Romênia, onde o poder de compra da população despencou após a adoção do euro e a indústria quase desapareceu. Os salários ficaram muito distantes dos preços dos produtos da União Europeia que inundaram os mercados locais.

A UNIÃO EUROPEIA contra a “DEMAGOGIA SOCIAL” da EXTREMA DIREITA?

Após a vitória de Duda, o zloty tem se desvalorizado e os mercados financeiros têm apresentado queda por causa da política da campanha eleitoral relacionada com o aumento dos gastos públicos e a volta atrás nos incentivos fiscais. As medidas propostas são quase impossíveis de serem implantadas. A política da União Europeia é o direcionamento dos recursos para os bancos.
Somente a prometida conversão das hipotecas (financiamentos imobiliários) de francos suíços para zloties representa um custo, para os bancos, de aproximadamente US$ 10 bilhões. Vários bancos poderiam ir à bancarrota.
A redução da idade das aposentadorias custaria, aos cofres públicos, algo em torno a US$ 19 bilhões nos próximos cinco anos. O aumento da faixa dos salários sobre os quais incide o imposto de renda, de US$ 800 para US$ 2.100, representa um custo de US$ 5 bilhões.
Sobre o pagamento de impostos, Duda tomou como exemplo o mercado de varejo, dominado pela França (Carrefour) e a Grã Bretanha (Tesco), para propor que os impostos sobre os lucros sejam pagos não somente nas matrizes, mas também na Polônia.
Dois terços do setor financeiro se encontra sobre o controle dos bancos europeus, como o Unicredit (Itália), o Commerzbank (Alemanha) e o Santander (Espanha). Duda declarou que os bancos deveriam ser nacionalizados. Se o partido Lei e Justiça vencer as eleições parlamentares de outubro, passará a controlar as empresas públicas, que podem ser utilizadas como alavanca para avançar. Uma espécie de chavismo pela extrema direita.
É evidente que essas propostas eleitorais envolvem altas doses de demagogia, mas todas essas medidas se opõem aos planos de austeridade da União Europeia.
Para o próximo período, está colocado à ordem do dia um colapso econômico de larguíssimas proporções. A burguesia tentará descarregar o peso sobre os trabalhadores em ainda maior escala na tentativa de salvar os lucros a qualquer custo. O enfrentamento entre a burguesia e os trabalhadores ficará no primeiro plano da evolução da situação política mundial.

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Parte 1- POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO

UCRÂNIA: O jogo do ESCONDE, ESCONDE …

Quem está por trás da nova escalada militar?

Alemanha/ França, os Estados Unidos? Não. A Polônia

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Parte 2- O QUE BUSCA a EXTREMA DIREITA na UCRÂNIA?

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Parte 3 – POR QUE a POLÔNIA BUSCA DOMINAR a UCRÂNIA?

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Parte 4 – TRANSNÍTRIA? NÃO. O OBJETIVO é CONTROLAR a MOLDÁVIA

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Parte 5- EXTREMA DIREITA NO PODER?

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Parte 6- O MOTOR da LOCOMOTIVA da EUROPA pode ENGRIPAR?

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Parte 7 – A NOVA ÍNDIA EUROPEIA? OU PARAÍSO das TERCEIRIZAÇÕES

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Parte 8 – A BONANÇA ou a CRISE DEPENDEM DA ALEMANHA

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Parte 9- DIREITOS SOCIAIS de “PRIMEIRO MUNDO”?

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Parte 10 – “ESCAPE” da CRISE: A LIVRE MIGRAÇÃO à UNIÃO EUROPEIA

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Parte 11- As GREVES de 1980: REMIX!

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