GRÉCIA: “RESGATE” PRONTO, BOMBA ATIVADA

 

Grécia 0Recentemente, o governo grego e a União Europeia anunciaram que chegaram ao “acordo” dos termos para o terceiro “resgate”, por um valor total de 86 bilhões de euros. O objetivo é que o Parlamento grego e a Comissão Europeia o aprovem imediatamente. A continuação, os parlamentos dos demais países da zona do euro também deverão aprova-lo.

O governo grego precisa repassar 3,2 bilhões de euros para o BCE (Banco Central Europeu) no dia 20 de agosto. A Grécia precisa urgentemente de 25 bilhões de euros para recapitalizar os semifalidos bancos gregos e cobrir o “empréstimo ponte” que recebeu em julho.

O FMI ainda não se envolveu no resgate da Grécia, pois coloca como condição que a dívida seja restruturada. Trata-se da mesma política impulsionada por Angela Merkel, François Hollande e o garoto de recados Alexis Tsipras, o primeiro ministro grego. Mas uma parte dos países da região não concordam em aprova-la por causa da desestabilização interna que lhes geraria, além de fortalecer os próprios “syrizas” locais.

Nem um centavo do empréstimo chegará à Grécia. Conforme foi documentado, recentemente, no relatório da comissão de auditoria da dívida pública grega, foi criada uma empresa no paraíso fiscal, Luxemburgo, para onde são direcionados os recursos, que passam a ser catapultados na especulação financeira, e vão parar diretamente nos cofres dos grandes bancos, que, por sua vez, também os aplicam, fundamentalmente, em operações especulativas.

Em contrapartida, para o povo grego, sobrará o aumento da idade das aposentadorias, o aumento dos impostos para as ilhas gregas, que vivem do turismo, o aumento dos impostos para o campo e para as empresas navieiras, além de uma nova e mais dura onda de privatizações. Mais para o final do ano estão previstas novas demissões de funcionários públicos e ataques contra os contratos coletivos.

A economia grega enfrenta o sexto ano consecutivo em recessão. Para este ano, é esperada uma nova contração de, pelo menos, 4%.

 

UMA CARICATURA DA “GRANDE COALISÃO” DE ANGELA MERKEL

 

German Chancellor Angela Merkel, right, points as she and the Prime Minister of Greece Alexis Tsipras leave after a press conference as part of a meeting at the chancellery in Berlin, Germany, Monday, March 23, 2015. (AP Photo/Michael Sohn)

German Chancellor Angela Merkel, right, points as she and the Prime Minister of Greece Alexis Tsipras leave after a press conference as part of a meeting at the chancellery in Berlin, Germany, Monday, March 23, 2015. (AP Photo/Michael Sohn)

O governo prepara novas eleições por causa da perda do apoio da ala esquerda de Syriza, a Coalisão da Esquerda Radical. Uma “grande coalisão” grega aparece no horizonte, seguindo os moldes do modelo alemão. Conforme a crise capitalista avança o regime político se desagrega e são precisos mil e um malabarismos para “manter a governabilidade”. O novo congresso, que Tsipras chamou para setembro, tem como objetivo enquadrar o Partido nessa política direitista, o que, provavelmente, provocará o racha.

Alexis Tsipras “esqueceu” absolutamente todas as promessas de campanha e tenta manter o controle do Partido para avançar na política de absoluta submissão ao governo alemão e obter a “sonhada” restruturação da dívida pública. Isto ainda depende, fundamentalmente, das eleições que acontecerão em Portugal e na Espanha no final deste ano.

O novo Syriza que emergirá em setembro somente conseguirá obter a maioria para governar por meio do apoio dos partidos do governo anterior, que acabou colapsando, o direitista Nova Democracia e o semi cadáver Pasok (socialdemocratas).

A velocidade com que o Syriza evoluiu para posições abertamente direitistas coloca uma pá de cal sobre a chamada terceira via propagandeada pelos demais syrizas, como o Psol brasileiro, o Podemos espanhol, o Sinn Fein irlandês e o Partido Socialista português, entre outros. A integração ao regime burguês, conforme a crise se aprofunda, somente pode ter esse fim.

Para o próximo período, um novo colapso capitalista mundial deverá eclodir. Esses governos semi esquerdistas aparecem como componentes muito fracos da política de frente popular e não conseguirão conter um forte avanço de massas. Por esse motivo, a burguesia fortalece os movimentos de extrema direita. Está colocado a retomada do movimento operário da década de 1980, contido por meio das chamadas políticas neoliberais, mas numa nova escala, a do confronto aberto dos capitalistas em profunda crise e a classe operária.

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GRÉCIA: SYRIZA RACHA!

Perante a vergonhosa capitulação do governo de Syriza à União Europeia, a base do governo e o próprio Partido racham. Agora o governo conta agora, para aprovar o “terceiro pacote de austeridade”, com os partidos burgueses que entraram em crise há pouquíssimo tempo e que tiveram que ser substituído por Syriza.

1- 
O ex ministro da Economia apareceu na televisão pedindo desculpas publicamente por ter assinado acordos com os quais discordava completamente.
2-
O ministro da Energia grego, Panagiotis Lafazanis, declarou publicamente que é CONTRA o pacote.
“Quem diz que uma saída do euro e o retorno à moeda nacional [Dracma] representa uma catástrofe?”
3-
A presidente do parlamento, Zoé Konstandopulu, declarou que o pacote representa uma “capitulação”.
4-
A ministra adjunta de Finanças, Nadia Valavani, renunciou.
5-
Também renunciaram o secretário-geral de Seguridade Social, Yorgos Romanias, e o secretário-geral de Economia, Manos Manusakis.
6-
Em torno de 30 deputados do Syriza, da chamada Plataforma de Esquerda, liderada por Lafazanis, anunciaram que votarão CONTRA o acordo.
Observação: esse bloco não levanta o rompimento com a União Europeia (somente com o euro) nem com a dívida pública e as demais amarrações impostas pelo imperialismo.
7-
Maioria do Comitê Central do Syriza pede que o “terceiro pacote de austeridade” seja rejeitado.

Syriza grego

Syriza grego

GRÉCIA: O FUTURO DO BRASIL … e do mundo capitalista

Algumas caraterísticas:
– Economia destroçada
– Salário caiu de 650 euros para 400
– Idade de aposentadoria aumentada em 5 anos
– Desemprego galopante
– Ataques generalizados contra as condições de vida da população
– Entrega de TODAS as empresas públicas aos capitalistas
– A dívida pública é apenas um mecanismo para repassar recursos para os monopólios europeus. Notar que 240 dos 316 bilhões dependem dos chamados mecanismos de resgate.

– As válvulas de escape da crise, neste momento, são a possibilidade de emigrar para a Alemanha, Suécia, Noruega, Inglaterra. A inflação ainda está controlada na zona do euro
– Se a Grécia sair do euro geraria grande perdas para os monopólios, principalmente para os bancos alemães, e o BCE (que é controlado pelo bundesbank alemão)
– Além disso, a saída dispararia os chamados CDS (espécie de seguro para os derivativos financeiros), o que geraria enormes perdas para os bancos
– Em fim, uma economia esquálida, que apenas representa 0,4% da zona do euro, poderia irradiar o contágio até a Alemanha, passando pela Espanha, a Itália e a França. Tal a fragilidade da economia capitalista ultra parasitária.

Crise capitalista na Grécia

Crise capitalista na Grécia

– O governo do Syriza (o PSOL grego) tenta achar mecanismos e acordo para manter os mecanismos especulativos funcionando.
– Nada, ABSOLUTAMENTE nada sobre o que seria o óbvio para um partido minimamente democrático; a começar pelo cancelamento da dívida pública (no mínimo, a auditoria; o que já seria bastante conservador); a estatização dos bancos; a saída da União Europeia
– A pressão do imperialismo europeu e o oportunismo da esquerda grega têm paralisado a classe operaria grega, a mesma que liderou as revoluções de 1941-44 contra o nazismo, e a de 1946-49 contra o governo fantoche apoiado pelo imperialismo
– Mas o aprofundamento da crise capitalista, coloca à ordem do dia o ascenso da classe operária no coração do capitalismo europeu, o que impulsionará a classe operária grega

GRÉCIA

O FMI É DE ESQUERDA?

Grécia

Grécia

A pergunta parece rídicula, mas lembra as perguntas “Obama é de esquerda?”, “O PT é de esquerda?” etc. Na realidade, uma coisa é a esquerda do regime burguês, que pode ir desde o governo até os grupos menores integrados ao regime.
O FMI declarou publicamente que a dívida grega deve ser restruturada e que pode não participar do “terceiro pacote de austeridade” imposto sobre a Grécia.
A pressão se destina, principalmente, a influenciar a votação do Bundestag (o parlamento alemão) que acontecerá na sexta-feira.
Cada vez fica mais evidente, a MANOBRA casada do REFERENDO entre Angela Merkel, François Hollande e o FMI, contra a direita europeia, que se opõe ao “resgate”.
A Administração Obama esteve por trás da manobra.
O primeiro ministro Alexis Tsipras não passou de um garoto de recados, Para ele ficou a “tarefa suja” de enganar o povo grego com um referendo fraudulento e agora com a tarefa ainda mais suja de impor um duríssimo pacote de austeridade contra o povo, com o objetivo de manter em pé os ultra fraudulentos mecanismos da dívida pública.
A burguesia, e, em primeiro lugar, os grandes capitalistas, pensa tudo em termos de dinheiro. As avaliações morais são próprias dos agrupamentos pequeno burgueses.

ALEMANHA – O CORAÇÃO DO CAPITALISMO EUROPEU – Parte 15 (de 17)

GREXIT: BANCARROTA DA GRÉCIA OU DA ALEMANHA?

Grécia

Grécia

A imprensa alemã noticiou com intensidade que o ministro das Finanças, Wolfgang Schaeuble, quer retirar uma das funções mais importantes da Comissão Europeia, a de garantir o comprimento das regras na União Europeia.
A ala direita do imperialismo alemão avalia que a política aplicada pela Comissão nas negociações com o governo grego do Syriza foi muito fraca.
Há duas políticas colocadas que representam as duas alas do imperialismo europeu, encabeçado pela Alemanha. A “linha dura”, que representa abertamente os interesses dos bancos, da especulação financeira, busca aumentar o controle dos órgãos executivos e do BCE (Banco Central Europeu), que já é controlado pelo Bundesbank, o banco central alemão. Essa ala é liderada por Schaeuble. A outra ala é liderada por Angela Merkel e, agora, como “segundo violino”, conta com o presidente francês, François Hollande. Esta se encontra ligada, fundamentalmente, aos setores industriais que, obviamente, também têm fortes ligações e dependências com a especulação financeira.
As duas políticas do imperialismo europeu não se dividem mais entre “desenvolvimentistas” e especuladores, mas, em vários graus, todos eles têm como objetivo garantir os lucros dos bancos. Os investimentos em infraestrutura, ou produtivos, fazem parte do passado.
A partir do colapso capitalista de 2008, aumentara as tendências contrárias à União Europeia, principalmente na periferia. O presidente da Comissão Europeia passou a ser eleito pelo Parlamento Europeia, ao invés de ser indicado.

A CRISE BATE ÀS PORTAS DA ALEMANHA

4Em 2014, França e Itália, a segunda e a terceira maiores potências da Zona do Euro respectivamente, tiveram as metas fiscais relaxadas pela Comissão Europeia que, neste ano, se posicionou a favor da renegociação da dívida grega. Vale lembrar que o presidente atual é Jean Claude Juncker, o ex primeiro ministro de Luxemburgo, o paraíso fiscal onde se encontra localizada a ultra corrupta empresa, controlada pelo imperialismo europeu, a partir da qual são estruturados os repasses especulativos de recursos públicos para os bancos, a partir dos chamados “resgates” da Grécia e dos demais países.
A ala direita do imperialismo alemão, representada por Wolfang Schäuble, busca manter e aumentar a “disciplina” fiscal, manter os mecanismos especulativos em pé por meio do aumento do parasitismo financeiro.
Os países mais endividados buscam aliviar a pressão. Os chamados países PIIGS, ou “porcos” no trocadilho em inglês, se encontram sufocados pelo parasitismo financeiro e todos eles à beira da bancarrota. São eles Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. A estes se soma a França, onde a crise capitalista tem disparado.
O governo de François Hollande, do PSF (Partido Socialista Francês) foi eleito, em 2013, em cima das promessas de campanha de impulsionar o crescimento da estancada economia francesa e reduzir os ataques contra as massas por meio dos chamados planos de austeridade. Meses depois, o PSF obteve a maioria da Assembleia Nacional. François Hollande até tentou convencer os alemães sobre a necessidade de criar um fundo para promover investimentos em infraestrutura. O fundo era altamente especulativo, 40 bilhões de euros se tornariam 400 bilhões na especulação financeira. Mas os alemães se opuseram e o próprio Hollande passou a encabeçar a política dos “planos de austeridade” junto com Angela Merkel.
Recentemente, a França propôs a criação de um parlamento para a Zona do Euro, que passaria a controlar o orçamento da região. Essa política tem como objetivo relaxar a pressão sobre os países mais endividados. A Alemanha a rejeitou e, em contrapartida, tenta impor a criação do ministro das Finanças da Zona do Euro, com poderes de intervenção nas finanças locais.
A relativa estabilidade da União Europeia depende, em grande medida, da estabilidade da locomotiva alemã. A Alemanha depende das exportações para a região e da importação de peças e insumos baratos dos demais países. Mas o aprofundamento da crise reduziu e consumo e levou a indústria alemã à recessão. Por esse motivo, o parasitismo financeiro tem disparado e os alemães são obrigados a mantê-lo em pé. A crise na periferia aumenta o contágio, de maneira crescente sobre a Alemanha que, por sua vez, ameaça implodir os demais países.

ALEMANHA: A CRISE DO CORAÇÃO DO CAPITALISMO EUROPEU

Os superávits da Alemanha com a Europa estão na base da sobrevivência do imperialismo alemão, que representa o coração do imperialismo europeu.
A crise capitalista tem se aprofundado na Alemanha de maneira crescente por causa de que a estrutura atual da União Europeia e da Zona do Euro tem se tornado fundamental para os lucros dos monopólios.
A bancarrota de um país menor, como a Grécia, pode deixar para atrás dezenas de bilhões em perdas. Mas a bancarrota da Espanha ou da Itália, a quarta e a terceira potências do euro, respectivamente, tem o potencial de provocar um colapso mundial de grandes proporções.
Perante o futuro sombrio, esses mesmos monopólios continuam injetando dinheiro nos partidos políticos de extrema direita, que têm experimentado grande crescimento no último período.
O aumento do saque do imperialismo sobre os países da periferia é o fator que se encontra na base da estabilidade do coração do capitalismo europeu. Mas o contágio da crise avança sobre o centro, conforme se aprofunda na periferia. E vice versa.
Após o segundo semestre de 2012, quando os mecanismos de contenção do colapso capitalista de 2008 ruíram, a crise tem avançado de maneira impiedosa. Todos os planos de contenção fracassaram.
Na segunda metade de 2013, o BCE (Banco Central Europeu) passou a controlar diretamente, passando por cima dos bancos centrais nacionais, 80% dos bancos privados da União Europeia. E somente não passou a controlar todos por causa do enorme volume de títulos podres detidos pelos bancos locais alemães.
O parasitismo financeiro tem crescido a tal ponto que são os bancos e as divisões financeiras dos monopólios os responsáveis pelo grosso dos lucros. Apesar dos bancos receberem empréstimos ilimitados a taxas de juros de 0%, ou ainda menores, a crise não tem sido contida. A última medida do BCE já fracassou, de maneira absoluta, nos Estados Unidos. A compra de títulos podres, pelo valor de face, teve que ser suspendida, apesar de ter chegado a injetar, desta maneira, US$ 90 bilhões mensais.

A INDÚSTRIA ALEMÃ EM RECESSÃO

5A indústria alemã representa uma das duas principais potências industriais do planeta, junto com o Japão. A União Europeia foi transformada num instrumento de controle, pelos países centrais, dos países periféricos. A maioria deles viram a indústria local quebrarem e as próprias economias se transformarem em apêndices dos monopólios. Este foi o caso de todos os países do chamado PIIGS (alusão à palavra pig, em inglês, que significa porco), Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. Os países mais fracos da Europa Oriental que adotaram o euro viram as economias serem transformadas em repúblicas das bananas, como pode ser visto na Romênia e na Bulgária. Na Romênia ainda há algumas industrias menores atreladas ao imperialismo europeu e agora começaram a desembarcar call centers, seguindo o modelo da Polônia. A Bulgária é um país fundamentalmente agrícola.
As economias dos países Bálticos são insignificantes. O papel destes países está mais relacionado com a pressão que a Europa exerce sobre a Rússia. Apesar da Alemanha ter começado a vender armas para eles.
A República Tcheca e a Eslováquia foram praticamente transformadas em províncias alemãs. Para a Polônia migraram, em grande quantidade, empresas industriais e, ultimamente, calls centers, por causa dos salários, que representam a terceira parte dos salários alemães e a grande facilidade da proximidade, a infraestrutura e a alta qualificação da mão de obra.
A tendência para o próximo período é a dos monopólios apertarem o cerco contra a periferia, ainda mais, na tentativa de salvar os lucros.
De acordo com dados da Comissão Europeia, a balança das contas correntes alemãs deverá bater um novo recorde neste ano. De 7,6% do PIB, passará para os 7,9% neste ano. De acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), deverá passar dos 8%, enquanto, na Espanha, será de 1,2% e, na França, de -0.9%.
Obviamente, esses ganhos dos alemães só podem ter como contrapartida as perdas dos demais membros da União Europeia e, com maior intensidade, na periferia. Por esse motivo, a desaceleração industrial tem acelerado nestes países.
As taxas de inflação baixas têm como base na redução do consumo. Enquanto o BCE inunda o mercado com dinheiro podre, as massas têm visto o poder de compra ruir e as condições de emprego piorarem. Grande parte do crédito alemão tem sido direcionado a salvar os lucros dos monopólios no exterior, como tem ficado muito evidente no caso da Grécia, reduzindo assim o consumo doméstico e provocando o aumento do desemprego em toda a região.

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VEJA TAMBÉM:

1-

POLÔNIA: A CHAVE do “MILAGRE” ALEMÃO (Parte 11)

As GREVES de 1980: REMIX!

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/864033113663121

2-

O “NOVO CAMINHO DA SEDA”: VERDADE OU FANTASIA?

PARTE 2 – Sanções e contra sanções. Tudo conduz ao Novo Caminho da Seda

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/russia-alemanha-amor-e-odio-parte-2-sancoes-e-contra-sancoes-tudo-conduz-ao-novo-caminho-da-seda/

3-

RÚSSIA/ ALEMANHA: AMOR E ÓDIO?

https://www.facebook.com/alejandro.acosta.7547031/posts/843889429010823

4-

Da Série, ALEMANHA – O CORAÇÃO DO CAPITALISMO EUROPEU

Parte 1 (de 15)

CRISE TERMINAL DA UNIÃO EUROPEIA?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-1-de-14-crise-terminal-da-uniao-europeia/

Parte 2

QUEDA DO MURO DE BERLIN. QUEM GANHOU E QUEM PERDEU?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-2-de-14-queda-do-muro-de-berlin-quem-ganhou-e-quem-perdeu/

Parte 3

SOCIALISMO EM PAÍSES ATRASADOS (ou arrasados)?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-3-de-15-socialismo-em-paises-atrasados-ou-arrasados/

Parte 4

POPULAÇÃO PACIFICADA. ATÉ QUANDO?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-4-de-15-populacao-pacificada-ate-quando/

Parte 5-

AUTOMATIZAÇÃO TOTAL DA PRODUÇÃO?

Uma visita à principal fábrica da Volkswagen

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-5-de-16-automatizacao-total-da-producao-uma-visita-a-principal-fabrica-da-volkswagen/

Parte 6-

A LEI DO VALOR: “VILÔ DA CRISE CAPITALISTA

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-6-de-16-a-lei-do-valor-vila-da-crise-capitalista/

Parte 7-

BONANÇA OU RECESSÃO?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-7-de-17-bonanca-ou-recessao/

Parte 8-

O COLAPSO DO “NEOLIBERALISMO”

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-8-de-17-o-colapso-do-neoliberalismo/

Parte 9-

ESTABILIDADE NA CONTAGEM REGRESSIVA?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-9-de-15-estabilidade-na-contagem-regressiva/

Parte 10-

ONDE ESTÁ A ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA NA ALEMANHA?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-10-de-17-onde-esta-a-esquerda-revolucionaria/

Parte 11-

O NAZISMO PODE RESSURGIR NA ALEMANHA?

http://alejandroacosta.net/2015/08/05/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-11-de-17-o-nazismo-ressurgira/

Parte 12-

ESTADOS UNIDOS e ALEMANHA: ALIADOS OU INIMIGOS?

http://alejandroacosta.net/2015/08/08/alemanha-o-coracao-do-capitalismo-europeu-parte-12-de-17/

Em elaboração:

Parte 13- OTAN: a Alemanha pode ressurgir como uma potência militar?

Parte 14- Banco Central Europeu. A serviço de quem?

Parte 16- Um novo colapso capitalista, o colapso da especulação financeira

Parte 17- Quem são as 150 famílias que dominam o mundo?

Ucrânia, uma nova Grécia? -ou- Grécia uma nova Ucrânia?

O FMI (Fundo Monetário Internacional) “emprestou” ao governo da Ucrânia US$ 1,7 bilhões nesta semana, como parte do empréstimo de US$ 17,5 bilhões aprovado em março. Dessa maneira, o país continuará na “comunidade internacional”, ou seja, no esquema de repasse espúrio de recursos para os bancos. A dívida deverá ser restruturada, apesar das contradições com um dos principais credores, a Rússia, com quem a Ucrânia detém uma enorme dívida relacionada com os suprimentos de gás. US$ 3 bilhões de títulos da dívida, detidos pelo governo da Rússia, vencem em dezembro que, dificilmente, conseguirá ser coberto com os recursos do FMI.

As políticas do governo golpista de Kiev tem sido objeto de elogios por parte dos órgãos imperialistas como o FMI e o Banco Mundial. A restruturação da dívida pública foi orquestrada pela ministra de Finança, uma norte-americana que se mudou para a Ucrânia e obteve a cidadania uns dias depois do golpe, contra o governo eleito de Viktor Ianukóvich. Somente os fundos especulativos do FTI (Franklin Templeton Investments), TCW, BTG Pactual Europe e T. Rowe Price somam mais de US$ 9 bilhões.

A dívida pública ucraniana quase duplicou, em relação ao PIB, entre 2013 e 2014. A inflação e o desemprego dispararam. Os preços da energia não param de subir, conforme a Rússia tem cortado os suprimentos e a Gazprom estabeleceu um limite para o ano de 2018 deixar de bombear gás para a Europa por meio da Ucrânia.

A suposta má administração da Grécia e até da Ucrânia passa pela disparada do parasitismo financeiro dos monopólios. Dos malabarismo financeiros realizados pelo banco norte-americano Goldman Sachs na Grécia ao participação aberta no golpe de estado na Ucrânia, como foi reconhecido explicitamente, há pouco tempo, pelo mega especulador George Soros. http://www.pressnewsweb.it/2014/07/soros-alla-cnn-finanziato-io-il-colpo.html

A DIFÍCIL DESESCALAÇÃO DOS CONFLITOS NO LESTE DA UCRÂNIA

A Administração Obama tenta desescalar o conflito na Ucrânia com o objetivo de fortalecer a frente única que permita conter a desestabilização do Oriente Médio.

Os russos têm buscado evitar confrontos abertos entre os milicianos do Donbass e o exército golpista. O governo de Poroshensko tem enfrentado a bala as milícias neonazistas do Setor de Direitas (Pravy Sektor) e tem conseguido enquadrar o Batalhão Azov.

Os conflitos esporádicos nunca pararam, apesar da artilharia pesada ter sido retirada para 50 quilômetros do front. A OTAN colocou em pé as chamadas Forças de Unidades de Integração em vários países da Europa Oriental sob a pressão da direita que governa a Polônia e a Lituânia. O governo russo busca repetir a estratégia aplicada na Transnítria e na Geórgia. Pequenas regiões, mas fortemente armadas, localizadas na fronteira com a Rússia, impedem que esses países entrem na OTAN e criam entraves para a atuação da União Europeia.

O objetivo do governo russo na Ucrânia é a convocação a eleições gerais que levem a instauração de uma nova republicana com ampla autonomia, e direito de veto, para o Donbass. Algo similar ao status anterior da Crimeia.

O conflito no Donbass, junto com a perda da Crimeia, fazem parte do sangramento econômico da Ucrânia. Mas, outro componente fundamental tem sido a entrega das principais riquezas do país, principalmente na agricultura aos monopólios que estão aplicando uma política altamente depredadora.

Os acordos de Minsk 2, assinados em fevereiro não têm saído do papel. O governo central tenta impor o desarmamento do Donbass e limitar a autonomia. Para a Rússia isso representa o avanço em direção à linha vermelha que conduz à incorporação da Ucrânia à OTAN, colocando em risco a própria existência da Federação Russa.

As sanções que os Estados Unidos aumentaram contra a Rússia, e que a Europa estendeu até o final do ano, representam outro ponto de conflito. As relações com a Europa tendem a ser estabilizadas por meio do acordo entre a União Europeia e a União Euroasiática, que permitiria ultrapassar a pressão da direita europeia e, ao mesmo tempo, avançar na direção do Novo Caminho da Seda chinês.

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ALEMANHA – O CORAÇÃO DO CAPITALISMO EUROPEU – Parte 15 (de 17)

GREXIT: BANCARROTA DA GRÉCIA OU DA ALEMANHA?

 

1A imprensa alemã noticiou com intensidade que o ministro das Finanças, Wolfgang Schaeuble, quer retirar uma das funções mais importantes da Comissão Europeia, a de garantir o comprimento das regras na União Europeia.
A ala direita do imperialismo alemão avalia que a política aplicada pela Comissão nas negociações com o governo grego do Syriza foi muito fraca.
Há duas políticas colocadas que representam as duas alas do imperialismo europeu, encabeçado pela Alemanha. A “linha dura”, que representa abertamente os interesses dos bancos, da especulação financeira, busca aumentar o controle dos órgãos executivos e do BCE (Banco Central Europeu), que já é controlado pelo Bundesbank, o banco central alemão. Essa ala é liderada por Schaeuble. A outra ala é liderada por Angela Merkel e, agora, como “segundo violino”, conta com o presidente francês, François Hollande. Esta se encontra ligada, fundamentalmente, aos setores industriais que, obviamente, também têm fortes ligações e dependências com a especulação financeira.
As duas políticas do imperialismo europeu não se dividem mais entre “desenvolvimentistas” e especuladores, mas, em vários graus, todos eles têm como objetivo garantir os lucros dos bancos. Os investimentos em infraestrutura, ou produtivos, fazem parte do passado.
A partir do colapso capitalista de 2008, aumentara as tendências contrárias à União Europeia, principalmente na periferia. O presidente da Comissão Europeia passou a ser eleito pelo Parlamento Europeia, ao invés de ser indicado.

A CRISE BATE ÀS PORTAS DA ALEMANHA

Grécia

Grécia

Em 2014, França e Itália, a segunda e a terceira maiores potências da Zona do Euro respectivamente, tiveram as metas fiscais relaxadas pela Comissão Europeia que, neste ano, se posicionou a favor da renegociação da dívida grega. Vale lembrar que o presidente atual é Jean Claude Juncker, o ex primeiro ministro de Luxemburgo, o paraíso fiscal onde se encontra localizada a ultra corrupta empresa, controlada pelo imperialismo europeu, a partir da qual são estruturados os repasses especulativos de recursos públicos para os bancos, a partir dos chamados “resgates” da Grécia e dos demais países.
A ala direita do imperialismo alemão, representada por Wolfang Schäuble, busca manter e aumentar a “disciplina” fiscal, manter os mecanismos especulativos em pé por meio do aumento do parasitismo financeiro.
Os países mais endividados buscam aliviar a pressão. Os chamados países PIIGS, ou “porcos” no trocadilho em inglês, se encontram sufocados pelo parasitismo financeiro e todos eles à beira da bancarrota. São eles Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. A estes se soma a França, onde a crise capitalista tem disparado.
O governo de François Hollande, do PSF (Partido Socialista Francês) foi eleito, em 2013, em cima das promessas de campanha de impulsionar o crescimento da estancada economia francesa e reduzir os ataques contra as massas por meio dos chamados planos de austeridade. Meses depois, o PSF obteve a maioria da Assembleia Nacional. François Hollande até tentou convencer os alemães sobre a necessidade de criar um fundo para promover investimentos em infraestrutura. O fundo era altamente especulativo, 40 bilhões de euros se tornariam 400 bilhões na especulação financeira. Mas os alemães se opuseram e o próprio Hollande passou a encabeçar a política dos “planos de austeridade” junto com Angela Merkel.
Recentemente, a França propôs a criação de um parlamento para a Zona do Euro, que passaria a controlar o orçamento da região. Essa política tem como objetivo relaxar a pressão sobre os países mais endividados. A Alemanha a rejeitou e, em contrapartida, tenta impor a criação do ministro das Finanças da Zona do Euro, com poderes de intervenção nas finanças locais.
A relativa estabilidade da União Europeia depende, em grande medida, da estabilidade da locomotiva alemã. A Alemanha depende das exportações para a região e da importação de peças e insumos baratos dos demais países. Mas o aprofundamento da crise reduziu e consumo e levou a indústria alemã à recessão. Por esse motivo, o parasitismo financeiro tem disparado e os alemães são obrigados a mantê-lo em pé. A crise na periferia aumenta o contágio, de maneira crescente sobre a Alemanha que, por sua vez, ameaça implodir os demais países.

ALEMANHA: A CRISE DO CORAÇÃO DO CAPITALISMO EUROPEU

Grécia

Grécia

Os superávits da Alemanha com a Europa estão na base da sobrevivência do imperialismo alemão, que representa o coração do imperialismo europeu.
A crise capitalista tem se aprofundado na Alemanha de maneira crescente por causa de que a estrutura atual da União Europeia e da Zona do Euro tem se tornado fundamental para os lucros dos monopólios.
A bancarrota de um país menor, como a Grécia, pode deixar para atrás dezenas de bilhões em perdas. Mas a bancarrota da Espanha ou da Itália, a quarta e a terceira potências do euro, respectivamente, tem o potencial de provocar um colapso mundial de grandes proporções.
Perante o futuro sombrio, esses mesmos monopólios continuam injetando dinheiro nos partidos políticos de extrema direita, que têm experimentado grande crescimento no último período.
O aumento do saque do imperialismo sobre os países da periferia é o fator que se encontra na base da estabilidade do coração do capitalismo europeu. Mas o contágio da crise avança sobre o centro, conforme se aprofunda na periferia. E vice versa.
Após o segundo semestre de 2012, quando os mecanismos de contenção do colapso capitalista de 2008 ruíram, a crise tem avançado de maneira impiedosa. Todos os planos de contenção fracassaram.
Na segunda metade de 2013, o BCE (Banco Central Europeu) passou a controlar diretamente, passando por cima dos bancos centrais nacionais, 80% dos bancos privados da União Europeia. E somente não passou a controlar todos por causa do enorme volume de títulos podres detidos pelos bancos locais alemães.
O parasitismo financeiro tem crescido a tal ponto que são os bancos e as divisões financeiras dos monopólios os responsáveis pelo grosso dos lucros. Apesar dos bancos receberem empréstimos ilimitados a taxas de juros de 0%, ou ainda menores, a crise não tem sido contida. A última medida do BCE já fracassou, de maneira absoluta, nos Estados Unidos. A compra de títulos podres, pelo valor de face, teve que ser suspendida, apesar de ter chegado a injetar, desta maneira, US$ 90 bilhões mensais.

A INDÚSTRIA ALEMÃ EM RECESSÃO

AlemanhaA indústria alemã representa uma das duas principais potências industriais do planeta, junto com o Japão. A União Europeia foi transformada num instrumento de controle, pelos países centrais, dos países periféricos. A maioria deles viram a indústria local quebrarem e as próprias economias se transformarem em apêndices dos monopólios. Este foi o caso de todos os países do chamado PIIGS (alusão à palavra pig, em inglês, que significa porco), Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha. Os países mais fracos da Europa Oriental que adotaram o euro viram as economias serem transformadas em repúblicas das bananas, como pode ser visto na Romênia e na Bulgária. Na Romênia ainda há algumas industrias menores atreladas ao imperialismo europeu e agora começaram a desembarcar call centers, seguindo o modelo da Polônia. A Bulgária é um país fundamentalmente agrícola.
As economias dos países Bálticos são insignificantes. O papel destes países está mais relacionado com a pressão que a Europa exerce sobre a Rússia. Apesar da Alemanha ter começado a vender armas para eles.
A República Tcheca e a Eslováquia foram praticamente transformadas em províncias alemãs. Para a Polônia migraram, em grande quantidade, empresas industriais e, ultimamente, calls centers, por causa dos salários, que representam a terceira parte dos salários alemães e a grande facilidade da proximidade, a infraestrutura e a alta qualificação da mão de obra.
A tendência para o próximo período é a dos monopólios apertarem o cerco contra a periferia, ainda mais, na tentativa de salvar os lucros.
De acordo com dados da Comissão Europeia, a balança das contas correntes alemãs deverá bater um novo recorde neste ano. De 7,6% do PIB, passará para os 7,9% neste ano. De acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), deverá passar dos 8%, enquanto, na Espanha, será de 1,2% e, na França, de -0.9%.
Obviamente, esses ganhos dos alemães só podem ter como contrapartida as perdas dos demais membros da União Europeia e, com maior intensidade, na periferia. Por esse motivo, a desaceleração industrial tem acelerado nestes países.
As taxas de inflação baixas têm como base na redução do consumo. Enquanto o BCE inunda o mercado com dinheiro podre, as massas têm visto o poder de compra ruir e as condições de emprego piorarem. Grande parte do crédito alemão tem sido direcionado a salvar os lucros dos monopólios no exterior, como tem ficado muito evidente no caso da Grécia, reduzindo assim o consumo doméstico e provocando o aumento do desemprego em toda a região.

Grécia

Grécia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Em elaboração:
Parte 12- Aliados e inimigos (aumento das contradições entre as potências)
Parte 13- OTAN: a Alemanha pode ressurgir como uma potência militar?
Parte 14- Banco Central Europeu. A serviço de quem?
Parte 16- Um novo colapso capitalista, o colapso da especulação financeira
Parte 17- Quem são as 150 famílias que dominam o mundo?